De projeto indie a gigante do survival
Em comunicado, Richard Huenink relembrou a trajetória do estúdio, que começou como um pequeno projeto entre irmãos lá em 2012 e evoluiu para uma equipe com cerca de 70 pessoas.
Mesmo com todo o sucesso, o recado foi direto: o estúdio quer ir além — e precisava do parceiro certo para isso.
Segundo Huenink, a escolha pela Behaviour não foi por acaso, mas sim por alinhamento de visão:
“Não se trata de abrir mão do controle, mas de ter os recursos necessários para realizar nossas ideias mais ambiciosas.”
Um “universo do terror” em construção
A aquisição também reforça uma estratégia interessante da Behaviour. Além de Dead by Daylight, a empresa já tem ligação com franquias como Darkest Dungeon (via parceria com a Red Hook Studios), e agora adiciona mais um peso pesado ao portfólio.
A ideia? Criar um ecossistema forte dentro do gênero, onde diferentes experiências de terror possam coexistir e crescer juntas.
E o futuro de 7 Days to Die?
Para quem ficou preocupado: pode ficar tranquilo.
A própria The Fun Pimps deixou claro que não está indo a lugar nenhum. O estúdio continuará à frente de 7 Days to Die, agora com mais recursos e suporte para expandir o jogo — seja em conteúdo, tecnologia ou estrutura.
Além disso, a promessa é de crescimento interno, com expansão das equipes de arte, engenharia, design e suporte à comunidade.
O que esperar dessa união?
Essa aquisição pode marcar o início de algo maior. A Behaviour Interactive claramente está se posicionando como uma das principais forças do terror nos games.
E com 7 Days to Die ainda longe de atingir todo o seu potencial, essa parceria pode ser exatamente o empurrão que faltava.
Agora fica a expectativa: será que estamos vendo o nascimento de um “universo compartilhado” do terror nos games?
Se depender dessa união, o gênero vem forte — e com muita coisa boa (e assustadora) pela frente.
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